LIVROS DIGITAIS

 

A Editora da Unicamp publica também livros no formato digital. Os títulos disponíveis em PDF podem ser comprados na Macaw Press e os e-pubs na Scielo Books ou nos parceiros distribuidores listados abaixo.

 

 

HISTÓRI@ ILLUSTRADA

A coleção Históri@Illustrada publica livros digitais com resultados de pesquisas situadas nas áreas da História Social e da Cultura que utilizam documentos textuais, iconográficos e sonoros. Ao unir texto, imagem e som na análise historiográfica, ela permite aos leitores um acesso direto, livre de mediações ou interferências, a fontes não textuais (como as músicas, as artes plásticas, a fotografia etc.), que constituem elementos essenciais para esta área de estudos – tarefa difícil de realizar em livros impressos. Além disso, enriquece a leitura com ilustrações capazes de dialogar com a narrativa, aumentando o envolvimento do leitor e tornando-a mais acessível para o público não especializado. A coleção ainda abre espaço para a difusão de recursos paradidáticos, ao oferecer, a cada volume, um pequeno audiovisual gratuito que condensa aspecto importante do tema abordado.


 

ZOOLÓGICOS HUMANOS - GENTE EM EXIBIÇÃO NA ERA DO IMPERIALISMO

A partir de meados do século XIX, a exibição de pessoas em museus, circos, zoológicos, feiras e instituições científicas se tornou mais frequente no Ocidente, como forma de entretenimento e objeto de estudo. As correntes de pensamento racial da época estabeleciam hierarquias e colocavam negros, índios e outros povos colonizados no início de escalas da evolução humana. Exibidos ao vivo por meses a fio junto a elementos de sua cultura material, os diversos grupos eram apresentados como primitivos para contrastar com as nações mais ricas. Tais exposições ajudavam a dar crédito à noção de inferioridade racial e ensinavam ao público que o racismo era científico, terminando por incutir novos sentimentos de superioridade no branco e ocidental, justificando e desculpando o crescente imperialismo.

Sandra Sofia Machado Koutsoukos é graduada em belas-artes pela UFRJ, mestre em artes e doutora em multimeios, mídia e comunicação pelo Instituto de Artes da Unicamp. É autora de Negros no estúdio do fotógrafo, publicado pela Editora da Unicamp em 2010.

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CLICHÊS BARATOS - SEXO E HUMOR NA IMPRENSA ILUSTRADA CARIOCA DO INÍCIO DO SÉCULO XX

O livro focaliza as revistas O Rio Nu (1898-1916) e Sans Dessous (1909-1910), publicadas no Rio de Janeiro, para traçar um panorama da imprensa humorística no início do século XX e analisar os significados dos periódicos ditos de “gênero alegre”. Em busca da dimensão social das fantasias sexuais e do humor crítico que veiculavam, o livro descreve a organização material e empresarial dessas publicações, inserindo-as no mercado em expansão da imprensa humorística e obscena, das diversões noturnas e do consumo sexual no Rio de Janeiro da virada do século XIX para o XX. As narrativas ficcionais e não ficcionais que apresentam são analisadas como comentários sociais, enfatizando-se as articulações estabelecidas entre as hierarquias raciais, sociais e de gênero. Por meio do contraste do texto com as ilustrações e das tensões entre ambos, a análise focaliza ainda a experiência das mulheres que tinham suas imagens publicadas nessas revistas. Conta com 237 imagens, um vídeo e oito fonogramas.

Para conhecer mais sobre a obra click no link: Youtube

Cristiana Schettini é professora do Instituto de Altos Estudios Sociales da Universidad Nacional de General San Martín (Unsam) e pesquisadora do Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (Conicet), na Argentina. É doutora em História Social pela Unicamp (2002). Autora de Que tenhas teu corpo: Uma história social da prostituição no Rio de Janeiro das primeiras décadas republicanas (Arquivo Nacional, 2006), tem publicado diversos artigos sobre história social da prostituição e da imigração na América do Sul em perspectiva de gênero. Com Juan Suriano, organizou a coletânea Historias cruzadas: Diálogos historiográficos sobre el mundo del trabajo en Argentina y Brasil (Ed. Teseo, 2019)

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DA SENZALA AO PALCO: CANÇÕES ESCRAVAS E RACISMO NAS AMÉRICAS, 1870-1930

Este livro analisa o sucesso – nos teatros, nas partituras e na indústria fonográfica – das criações musicais de descendentes de africanos escravizados no Brasil e nos Estados Unidos, entre o final do século XIX e o início do XX. O diálogo entre essas produções revela a densidade dos trânsitos culturais no mundo atlântico e o protagonismo de músicos negros, como Eduardo das Neves e Bert Williams. Sua entrada nos circuitos musicais e artísticos, em meio à construção de estereótipos racistas, constitui exemplo do modo como esses artistas, com talento, ironia e humor, desafiaram e subverteram a inferiorização que lhes era imposta, tornando-se famosos no mercado musical do período. A obra disponibiliza 201 imagens, 47 fonogramas e 5 vídeos, permitindo ver e escutar ao mesmo tempo em que se realiza a leitura do texto. Como todos os volumes da coleção Históri@ Illustrada, o livro é acompanhado por um vídeo que pode ser visto (ou baixado) gratuitamente.

Acesse o vídeo Canções escravas e racismo nas Américas em: Youtube

Canções escravas, Racismo, Escravidão, Pós-abolição, Atlântico negro, Brasil, Estados 

MARTHA ABREU é professora titular do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, doutora pela Unicamp (1996), pesquisadora do CNPq e da Faperj. É autora dos livros O Império do Divino, festas religiosas e cultura popular no Rio de Janeiro, 1830-1900 (Nova Fronteira, 1999) e Meninas perdidas, os populares e o cotidiano do amor no Rio de Janeiro da Belle Époque (Paz e Terra, 1989). Organizou coletâneas e publicou artigos sobre cultura popular, música negra, patrimônio cultural, pós-abolição, história pública da escravidão e ensino de história. Dirigiu três filmes de pesquisa, ao lado de Hebe Mattos, entre 2005 e 2011: Memórias do cativeiro; Jongos, calangos e folias; Passados presentes. É consultora do Pontão de Cultura do Jongo/Caxambu e do Museu Casa do Pontal (Arte Popular do Brasil).

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